Entretenimento

Conheça as convidadas da roda de conversa: Cinema Documental e Questões Identitárias

Em sua XVII edição, o FIM (Festival Imagem-Movimento) realiza uma programação intensa com rodas de conversas, oficinas, premiações e mostras de filmes independentes.

 

Nesta sexta-feira 25, acontece uma roda de conversa abordando o tema “Cinema Documental e Questões Identitárias”, que tem como objetivo contar a trajetória de criação e cinema das duas convidadas para a roda de conversa. Rayane Penha (AP), que retrata fortemente em seus filmes a identidade negra e questões periféricas. E a Jade Rainho (MT), que busca mostrar em seus recortes cinematográficos assuntos feministas, produzindo no universo indígena e evidenciando as mulheres do local. Ambas as cineastas, trazem conteúdos políticos e sociais, inseridos sempre na linguagem identitária.

A roda de conversa com as duas realizadoras tem início às 18h30 e será transmitida pelo canal do festival no YouTube.

 

Quem é Rayane Penha

 

 

Rayane Penha é uma cineasta e jornalista amapaense. Graduanda no curso de Jornalismo pela Universidade Federal do Amapá, trabalha com audiovisual a mais de 08 anos. Foi uma das coordenadoras e produtora executiva do projeto de jornalismo investigativo para o Fundo Brasil de Direitos Humanos no Amapá. Participou em 2014 do projeto nacional “Inventar Com a Diferença Cinema e Direitos Humanos”. Também é uma das idealizadoras e realizadora do “Cine Catraia” projeto de cine clube itinerante no arquipélago do município do Bailique/AP. Atuou como diretora e roteirista no curta documental “Carta Sobre o Nosso Lugar – Mulheres do Vila Nova” para o Canal Futura, em 2017. Com o seu mais novo trabalho, o curta “Utopia”, que foi vencedor do edital de audiovisual amapaense em 2018, também estará competindo na mostra Fôlego do FIM 2021.

 

Quem é Jade Rainho

 

 

Jade Rainho é cineasta, documentarista, poeta, pesquisadora cultural, educadora e ativista pelos direitos humanos e ambientais. Graduada em Comunicação Social pela UFRGS (2004-2010), estudou Ciências Sociais e Poéticas Visuais na USP, em 2012. Iniciou sua carreira no mercado publicitário como planejamento estratégico e pesquisadora cultural e comportamental, participando de estudos para instituições e marcas como Akatu – Pelo Consumo Consciente, ISA – Instituto Socioambiental, Rede Globo, Nike, Lacoste Coca-Cola e Kraft Foods. Em 2011, foi cofundadora do Estúdio Lâmina em São Paulo – apontado como referência em movimento cultural e arte contemporânea brasileira por jornais brasileiros e revistas internacionais. Em 2013, com o “Raiz das Imagens: Cinema-Ação Etapa Xavante”, deu aulas de documentário para jovens indígenas Xavantes e viveu por dois meses na aldeia Guadalupe, Reserva de São Marcos (MT). Em 2014, lançou “Flor Brilhante e as Cicatrizes da Pedra”, seu primeiro documentário de curta-metragem, uma produção ativista, independente e colaborativa, que apresenta a história de uma família de rezadores guarani-kaiowá da aldeia Jaguapiru, Reserva de Dourados (MS), que há 40 anos vive violações de direitos ambientais e humanos devido à mineração em terra indígena. O filme estreou na sala de cinema do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, como parte da Virada Cultural 2014. Desde então, foi exibido em mais de 60 festivais e mostras em 21 países, traduzido para seis línguas e premiado no Brasil, Bolívia, Peru e México. Entre 2014 e 2015, participou do projeto educativo “Sons Diamantinos”, documentando sua atuação em nove vilarejos da Chapada Diamantina (BA), resultando no documentário de curta-metragem “Sons Diamantinos – Agricultura Celestial” e no livro de fotografia “Imagens Diamantinas”. Em 2017, publicou o livro de poesia “Canção da Liberdade”. Desde 2018, está produzindo seu primeiro longa-metragem, “Toda Vida é uma Obra de Arte”, que se encontra em fase de montagem.

 

SERVIÇO Festival Imagem-Movimento

Roda de Conversa – Cinema Documental e Questões Identitárias

Período: 25 de junho

Hora: 18h30

Link da Roda de Conversa: https://www.youtube.com/watch?v=FCE5HH8_qas

Plataformas: YouTube, Redes Sociais e Blog Festival FIM

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Me chamo Alice Caroline, sou deficiente visual, paratleta, apaixonada por atletismo, estudante do ensino médio e amante do mundo geek e dublagem. Inclusão vai além de rampas e placas de escrita braile.

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