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Franquia de frango frito: pouca oferta e muita demanda trazem oportunidades de crescimento para empresas do segmento

Pouco explorado ainda no Brasil, modalidade de frango frito encontra mercado receptivo

 

A carne de frango é a proteína animal mais consumida no Brasil, e a expectativa é que essa demanda aumente ainda mais em 2022, alçando o consumo de 47,5 quilos por pessoa ao longo de um ano, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Um dos motivos que sustenta essa previsão de crescimento de 5,5% em relação a 2021 é a retomada da economia e a reabertura dos restaurantes em todo o país.

 

O mercado de alimentação no geral é um dos maiores e mais importantes para o Brasil. Somente em 2019 o setor registrou um faturamento de quase R$ 700 bilhões, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, e o mercado de franquias não é diferente. O segmento de alimentação no franchising em 2020, mesmo em plena crise econômica, registrou uma receita de mais de R$ 40 bilhões.

 

“O mercado de alimentação é uma das modalidades mais rentáveis para o franchising e por conta da pandemia os estabelecimentos se reinventaram e aderiram a novos modelos de negócio para continuar faturando. Um deles foi a dark kitchen, um formato de restaurante sem mesas, sem salão de jantar e sem a presença de pessoas comendo no local, atendendo os clientes exclusivamente por delivery ou take out. Foi uma forma das empresas se ajustarem à nova realidade; deu certo e ainda reduziu muito os custos para os negócios”, explicou Fred Henrique, especialista em expansão de franquias.

 

Dentro do segmento, uma nova forma de comercializar frango tem caído nas graças dos brasileiros: o frango frito, normalmente servido em um pote, com opções com e sem osso, crocantes, sequinhos e serviços com porções e molhos.

 

A primeira empresa a trazer algo do tipo para o Brasil foi a rede de fast food americana KFC e a partir daí companhias brasileiras surgiram para começar a ofertar o produto. Entretanto, ainda há muitas oportunidades de crescimento nesse meio. Segundo o BTG, a penetração de redes de fast food especializadas em frango é de apenas 1% no Brasil, ante 8% no México e 11% nos Estados Unidos.

 

Com um cardápio selecionado e um modelo de negócio enxuto, a Frango Frito D’Oeste é uma das empresas que ingressou no mercado de fast food de frango frito, cresceu e agora está iniciando um plano de expansão pelos estados brasileiros no formato de franquia.

 

“Quando ainda estava no processo de estudo sobre o que deveria abrir, decidi que queria empreender em algo diferente na cidade, que não tivesse concorrentes, e descobri que não havia nenhum restaurante que vendesse frango frito no pote. Comecei o negócio em uma dark kitchen e me surpreendi com a receptividade das pessoas; foi tão bem aceito que muitos clientes me procuraram perguntando se éramos franquia, pois queriam abrir uma unidade também, foi então que começamos a franquear o negócio e abrir a oportunidade para pessoas de todo o Brasil”, disse Carla Parizzi, proprietária da franquia Frango Frito D’Oeste. “Vemos esse tipo de negócio apenas em grandes centros; redes de fast food multinacionais dificilmente vão para cidades de médio e pequeno porte. Nós criamos um modelo com uma operação que demanda pouco investimento e com receitas diferenciadas, adaptadas para o paladar brasileiro e produzidas de forma artesanal. Estamos chegando em pessoas que não tem oportunidade de contato com esse estilo de alimento e temos visto resultados muito bons”, completou Carla.

 

Site: www.instagram.com/frangodoeste

Redação Lado B

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